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Nossa Senhora Auxiliadora

Festa da Gratidão na Galiza

 

Festa da Gratidão na Galiza
Festa da Gratidão na Galiza
Festa da Gratidão na Galiza

Vivemos, a 18 de Julho, com muito carinho, a festa da Gratidão, na comunidade religiosa e educativa. Constou de dois momentos ligados e distintos: a Eucaristia dominical das 11.30 h na igreja da Senhora da Boa Nova, animada pelas nossas crianças e jovens da ludoteca, e a sessão cultural intitulada “A história da nossa bandeira”, no auditório daquele Centro Comunitário Paroquial, às 16.30 h. Para ambos os momentos tinha sido feita uma caminhada de ensaios muito bonita, na ludoteca, com as crianças, os jovens e alguns adultos voluntários e Família Salesiana. Desde a inauguração da igreja da Boa Nova, há um ano atrás, foi hoje a primeira vez que, publicamente diante da comunidade paroquial, a nossa comunidade educativa se afirmou: escolhemos o horário de missa dominical propositadamente por considerarmos importante, para os nossos destinatários mais jovens, esta oportunidade de mostrarem o que valem e sentirem o apoio da comunidade alargada à qual pertencem para sonharem ir mais longe, aonde os leve o coração. Presidiu à celebração da Eucaristia o senhor Padre Valter Malaquias, primeiro colaborador do nosso Pároco, que interiorizou muito bem o sentido educativo da festa da gratidão nas casas salesianas e o conseguiu transmitir, com sentido alargado, a toda a comunidade paroquial ali presente. Os cânticos foram ensaiados pela Filomena Pires bem como a apresentação das ofertas. A dança no momento da acção de graças, executada por um grupo de “anjinhos” da ludoteca, deveu-se à dedicação da nossa professora de dança, a Lídia.

À tarde, a sessão cultural foi concebida, escrita e ensaiada – também ela - pela talentosa Filomena Pires, nossa antiga aluna da Namaacha, actual presidente nacional das antigas alunas em Portugal e, desde o início deste ano, monitora na nossa ludoteca. Os outros monitores, mais directa ou indirectamente, todos com ela colaboraram. A alma de tudo foi, sem dúvida, a Irmã Aurinda. O roupeiro, à altura, desde o Dom Afonso Henriques ao Infante Dom Henrique,  desde Vasco da Gama ao Luís de Camões e outros mais,  teve a orientação da nossa Irmã Elvira. O facto de levarmos ao palco actores guineenses na sua maioria ou filhos de guineenses, emigrantes no nosso país, a apresentar a história da nossa bandeira nacional, pondo para tanto, em realce, as mais emblemáticas figuras históricas de Portugal desde as suas origens até aos nossos dias, quis ser o agradecimento deles à pátria que os acolhe e os está a ajudar a crescer para Deus e para a sociedade. Na hora da avaliação da festa, cada um a seu modo, todos concluíram que cresceram muito em tantos aspectos, ao longo do ano e, em particular, nestes últimos tempos, com os ensaios desta peça.

Correu tudo tão bem que já se está a sonhar levar esta peça a um público mais alargado…Vamos dormir sobre isto porque o travesseiro, dizem, é um bom conselheiro e, quando acontecer, já vos daremos conhecimento.

A Comunidade da Galiza

 

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