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TIJOLO
A TIJOLO ...
A
NOSSA ESCOLA VAI-SE CONSTRUINDO
Construção
de uma sala da nova escola primária em Oyem
(Gabão)
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Obrigada
a vós, irmãos e irmãs,
o
futuro já nos sorri!
A
comunidade FMA de Oyem
quer ver realizado em 2012
um sonho que manteve
guardado por longos anos: a
construção de uma escola
primária para crianças e
família s do nosso bairro.
As
FMA estão
presentes em Oyem, desde há
mais de 25 anos, nesta
radiosa cidade rural, não
se pode realizar tal projeto
sem um grande investimento
externo. A atual obra
animada pelas Irmãs, com
grande empenho apostólico e
missionário, compreende um
internato e um centro de
formação profissional para
raparigas e jovens mães.
Isto é possível porque
vivem da providência, da
aprovação de algum
micro-projeto e da
solidariedade de outras
salesianas; mas para
construir uma escola é
preciso muito mais.
A atual comunidade sonha, de
olhos abertos, com a nova
escola no terreno verde ao
lado da sala polivalente
onde se realizam todas
as manifestações culturais
e desportivas da juventude
de Oyem.
O custo de uma sala desta
escola anda à volta de
15.000 euros, enquanto o
projeto global, isto é a
construção de 6 salas,
espaço administrativo,
bloco sanitário, área
desportiva é bem mais
dispendioso. O
empreiteiro local
apresentou-nos um orçamento
de 223.353 euros.
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Situação
social e económica de Oyem
Oyem é a capital regional do Gabão do norte.
Atualmente a cidade conta
com 50.000 habitantes e é
considerada a quarta cidade
do Gabão. Oyem é também
capital da província de
Woleu-Ntem, em plena zona
equatorial. Está situada na
fronteira entre os Camarões
e a Guiné Equatorial .
Situada a mais de
600 metros
de altura, a pequena cidade
goza de um clima fresco mas
muito húmido, sobretudo
durante a estação das
chuvas, entre Março.
Está servida por uma rede
de eletricidade e água potável
mas com infraestruturas
ainda insuficientes para
satisfazer as necessidades
de uma população em via de
desenvolvimento.
A maior parte da população pertence à etnia
Fang, outro grande grupo à
Bantu, que guarda as tradições
e a relação permanente com
os antepassados, os únicos
garantes da ordem social e
mediadores entre os seres
humanos e deus. Hoje os Fang
ocupam os postos chave na
sociedade e no governo.
A agricultura mantém-se como primeiro recurso
económico da população. O
trabalho da mulher nas
plantações é ainda, para
muitas famílias, a única
forma de sustento.
Geralmente as pessoas vivem de forma precária:
os rendimentos familiares são
baixos e a desocupação
juvenil preocupante.
As riquezas da floresta e do subsolo, não são
de proveito à população.
São, ao contrário,
companhias estrangeiras a
retirar daí os máximos
benefícios pagando uma miséria
à mão-de-obra e
confundindo os governantes
com lautas recompensas. Quem
encontra trabalho na função
pública aufere um salário
regular e vive numa situação
social aceitável, mas a
maior parte da população
pertence ao sector terciário.
O comércio, o artesanato e outros trabalhos
simples
do dia a dia estão,
geralmente nas mãos dos
estrangeiros vindos dos
Camarões, da Mauritânia e
do Líbano.
Um pequeno aeroporto permite
a ligação, duas
vezes por semana, da cidade
com a capital, Libreville,
a 520
k de distância. A única
estrada nacional, mal
conseguida, é perigos e
durante a estação das
grandes chuvas fica quase
intransitável.
A falta de um verdadeiro plano de urbanização,
favoreceu a ocupação
desordenada dos espaços
livres e as construções
em zonas de depressão
ou próximo de lagoas
e rios sem margens
firmes. Na época das
chuvas, essas habitações
ficam à mercê das inundações.
Os bairros degradados e sem
estruturas, são, segundo as
estatísticas, cerca de 40%
da superfície da cidade.
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A
escolaridade
Em Oyem
há várias escolas dos
diversos níveis mas o
sector educativo está em
crise há vários anos e o nível
de escolaridade das crianças
e dos jovens é muito baixo. A
escola pública é
politizada, a ética
educativa sujeita a greves,
ameaças e humilhações de
todo o género. As cinco
escolas católicas do ensino
primário, por causa do
grande número de alunos, são
obrigadas a funcionar em
regime de desdobramento. No
nosso bairro, chamado “Atrás
da Catedral” a única
escola elementar católica
“S. Francisco” acolhe
5000 alunos apesar de ter
apenas cinco classes,
material insuficiente e o
programa
desenvolve apenas os
conhecimentos prioritários.
A educação primária é obrigatória, mas
muitos não acabam a quinta
classe por falta de meios ou
por outras condicionantes
familiares.
Durante os últimos anos há
diversas escolas que surgem
aqui e ali para responder ao
pedido de instrução. Mas
estas escolas privadas,
muitas vezes nascidas por
ambições económicas em
apartamentos ou casas
privadas, não responde
efetivamente a um ensino de
qualidade. Basta pensar que
os fundadores não possuem
qualquer formação pedagógica
mas apenas dinheiro para
investir num sector que
promete. Diante
desta situação nós, FMA,
não podemos ficar de braços
cruzados. Por isso a nossa
reflexão comunitária nos
levou a decidir pela construção
de uma escola elementar de
qualidade e em sintonia com
o nosso carisma.
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Descrição da missão das FMA
no local
A COMUNIDADE DAS Filhas de Maria Auxiliadora está
presente em Oyem desde 1985.
A nossa comunidade é internacional e formada por 5
Irmãs: Ir
Laura Gaeta, diretora da
missão, Ir Elisa Udo,
responsável do internato,
Ir Lorenza Ramirez diretora
do centro de formação
profissional, Ir Isabel
Batantou, coordenadora da
pastoral juvenil e Ir
Ceferina Laurel responsável
pela gestão da missão e
coordenadora da catequese
juvenil.
Toda a comunidade FMA investe na promoção humana e
na evangelização das crianças
e jovens. Somos a
única presença religiosa
feminina.
A missão da comunidade inclui :
-
O Centro de formação profissional (corte e costura e secretariado)
-
Internato para meninas e jovens
-
Centro juvenil e oratório
-
Coordenação da catequese Juvenil e formação de catequistas
-
Catequese juvenil
A nossa missão específica, segundo o pedido da
Igreja local e em linha com
o nosso carisma, tem como
objetivo prioritário a
promoção e a educação
dos jovens, sobretudo dos
mais pobres.
O centro profissional foi criado para responder aos
jovens (rapazes e raparigas)
que procuram um trabalho. O
nosso empenho está em
oferecer formação por dois
anos para a inserção
imediata no mundo do
trabalho.
O internato oferece às meninas das aldeias e às
jovens sem apoio na cidade,
uma casa e uma família.
O centro juvenil, aberto à tarde, acolhe as crianças
para a
ocupação do seu
tempo livre, oferecendo
atividades extra-escolares
de tipo cultural, desportivo
e de empenho cristão.
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Contatos
Para
saber mais podeis entrar em
contacto com:
< Ir Laura Gaeta - Sœurs Salésiennes
BP 572 Oyem (Gabon)
< email :
lagacam@yahoo.fr
< TEL. 00 (241) 98
6261
o 00 (241) 07 71 99
71
A Operação “Tijolo a Tijolo” começa contigo!
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