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Nossa Senhora Auxiliadora

Bons Dias

[Arquivo]

 

Orientações gerais para os “Bons dias”

Maio 09

MARIA, A ESTRELA POLAR

“Foi Ela que fez tudo” (Don Bosco)

“ A ti as /os confio” – M Mazzarello

 

Nas constelações algumas estrelas mais luminosas servem para orientar a nossa rota. Entre essas emerge Maria, a estrela polar que ilumina o caminho da nossa vida e dirige os nossos passos para Cristo.

No carisma salesiano Maria sempre foi presença determinante quer nas origens quer no mundo salesiano actual. É uma pessoa a descobrir e a amar, um astro por quem deixar-se guiar para nos tornarmos astros que brilham no mundo para a salvação dos jovens. É ela que nos acompanha na maravilhosa descoberta da nossa vocação e nos ajuda a segui-la com radicalidade, tal como aconteceu com Madre Mazzarello.

Objectivos  

* Confrontar-se e aprofundar os laços entre D. Bosco/M Mazzarello e Maria;

* Possibilitar a oração que permita encontrar Maria;

* Brilhar com Maria e Maria Mazzarello no quotidiano, a partir de atitudes que valorizem cada um.

 

Recordamos…

* Dia 1 de Maio: Dia Internacional do Trabalhador

* Dia 3 de Maio: Dia Mundial da Liberdade de Imprensa (UNESCO),
Dia da mãe

* Dia 6 de Maio: Domingos Sávio

* Dia 8 de Maio: Dia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho

* Dia 9 de Maio: Madre Mazzarello (nascimento)

* Dia 14 de Maio: Morte de Madre Mazzarello

* Dia 15 de Maio: Dia Internacional das Famílias

* Dia 17 de Maio: Dia Mundial das Telecomunicações

* Dia 21de Maio: Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento

* Dia 22 de Maio: Dia Internacional da Diversidade Biológica

* Dia 24 de Maio: Solenidade de Maria Auxiliadora

* Dia 29 de Maio: Dia Internacional dos Soldados da Paz das Nações Unidas

* Dia 31 de Maio: Dia do Mundial do Não Fumador

* Dia 22 de Abril: Dia Mundial da Terra

* Dia 23 de Abril: Dia Internacional do Escuteiro

* Dia 25 de Abril: Dia da Liberdade

* Dia 29 de Abril: Dia Mundial da Dança

Bons Dias de Maio 09

 


 

Dia 6 de Maio - Celebramos Domingos Sávio

Um rapaz com ideias claras - Domingos Sávio nasceu a 2 de Abril de 1842 na Italia, relativamente perto do lugar onde nasceu D. Bosco. Os seus pais chamavam-se Carlos e Brígida. Baptizaram-no no mesmo dia às cinco da tarde, na Igreja da Assunção. Quanto à sua maneira de ser podemos caracterizá-lo como sendo alegre, vivaz, aberto, sempre disposto a seguir os bons exemplos.

 

O encontro com D. Bosco

Alguma vez pensaste em ser comparado a um pano? Pois no encontro com D. Bosco, Domingos Sávio utilizou essa comparação. Vamos recordar:

“Domingos Sávio tinha manifestado ao seu professor e pároco, D. José Cogliero, o desejo de continuar os estudos e tornar-se sacerdote. Este comentou com o seu amigo D. Bosco. E D. Bosco conta:

“Era a primeira segunda- feira de Outubro. Um rapaz, acompanhado pelo pai, aproxima-se:

- Quem és? De onde vens?
– Sou Domingos Sávio.
Então comecei a falar com ele dos estudos e da vida familiar; logo sintonizamos um com o outro: ele comigo e eu com ele. Depois de uma boa conversa Domingos disse-me:

– Então, que pensa de mim? Leva-me consigo para estudar em Turim?

– Parece-me que és um bom pano

– E para que pode servir este pano?

– Para fazer um bom fato e oferecer ao Senhor

– Pois, se eu sou o pano, o senhor é o alfaiate. Leve-me consigo e terá um bom fato para o Senhor.

Continuamos a dialogar e depois de manifestar-lhe que podia vir para Turim, disse:

– Espero comportar-me de tal modo que jamais tenha queixas de mim.»

 

Amor a Nossa Senhora

Como sabemos, Domingos Sávio aprendeu com D. Bosco a amar Nossa Senhora. Maria, ocupava um lugar privilegiado no coração deste pequeno grande santo. No dia 8 de Dezembro de 1854, o Papa Pio IX proclamava o dogma da Imaculada Conceição. Nesse dia, com licença dos salesianos, depois das cerimónias, Domingos ficou na capela. Olhava a imagem de Nossa Senhora, de joelhos e muito compenetrado, renovou os seus propósitos da Primeira Comunhão. E dirigiu-lhe as seguintes palavras: “Maria, entrego-vos o meu coração. Jesus e Maria, sede sempre os meus amigos. Fazei que eu seja sempre vosso. Mas, por favor, fazei que eu morra antes de ter a desgraça de cometer um pecado.”

 

Os últimos dias

Os últimos dias de vida, Domingos passou-os em sua casa. Recebeu a visita do pároco e falou com ele durante um bom tempo. As suas últimas palavras foram: Não choreis, eu vejo já o Senhor e a Virgem que me esperam de braços abertos. E com estas palavras expirou tranquilamente. Eram as dez da noite, segunda-feira, dia 9 de Março de 1857. Domingos tinha 14 anos e onze meses. No dia seguinte o pai escreveu a D. Bosco comunicando-lhe a morte do filho e os seus últimos momentos de vida. Quando chegou a notícia ao Oratório todos a receberam com muita tristeza. D. Bosco ao comunicar a sua morte recomendou aos seus rapazes que tomassem Domingos como modelo.

 

A fama de santidade

Esta fama não era apenas reconhecida dentro do Oratório e nos ambientes salesianos, mas Domingos era reconhecido como santo, invocado e venerado por muitos fiéis. À sua família chegavam petições de algum objecto usado por Domingos. A sua irmã Teresa contava como tiveram de repartir todos os seus objectos entre os rapazes do Oratório que visitavam o túmulo de Domingos. A fama de santidade de Domingos aumentava com o tempo porque respondia às invocações que lhe faziam.

Peçamos a Domingos Sávio, que continua a ser para nós modelo a imitar, que nos ajude a crescer no amor a Maria, no amor a Jesus, e sobretudo nos ajude a orientar a nossa vida pela pureza, pela verdade e pela dignidade da pessoa humana que somos, a respeitar os outros e a respeitarmo-nos a nós mesmos.

Oração:

Avé Maria…Nossa Senhora Auxiliadora… rogai por nós.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Ámen!

 


Dia 9 de Maio - Retalhos da vida de um “Astro”

Maria Domingas Mazzarello, fundadora das Filhas de Maria Auxiliadora.

Nasceu a 9 de Maio de 1837, em Mornese. Provém de uma família de camponeses, com pouco dinheiro e muito trabalho. Maín, como lhe chamavam, era a mais velha, a primeira de 10 filhos, e começou bem cedo a trabalhar com pai, aprendendo dele a pensar em Deus, enquanto trabalhava, ligeira, com as mãos entre os ramos das videiras. O tempo livre, vivia-o no grupo das Filhas de Maria, ensinando o catecismo aos mais pequenos, às mães e às raparigas da aldeia.

 

Aos 23 anos, para ajudar a família dos tios que estavam gravemente doentes com o tifo, foi contagiada pela mesma: na fragilidade daquele momento o Senhor chamou-a para uma nova missão, pois as forças já não eram as mesmas para ir ajudar nos campos. Foi a “reviravolta” da sua vida. Uma nova etapa inicia na sua vida

 

Com amiga Petronilla abre uma casa de costura com o objectivo de educar as meninas da aldeia. Aprendeu a ser costureira, uma vez que as forças para trabalhar no campo não existiam. Começou a acolher duas meninas órfãs em dois quartos que tinha alugado.

 

Um dia, enquanto meditava no seu coração o sonho de dedicar-se a fazer o bem e cuidar das meninas, teve a impressão de que Nossa Senhora lhe estivesse a mostrar as meninas da aldeia e lhe dissesse:
«A ti as confio!»

 

A 7 de Outubro de 1864, encontrou D.Bosco durante um dos seus passeios com os seus rapazes e ficou maravilhada: "D. Bosco è um Santo e eu sinto-o".

 

A 5 Agosto de 1872 D. Bosco escolhe Maria Domingas Mazzarello
e 11 das suas companheiras para fundar o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora.  

 

Como Superiora demonstrou ser uma boa formadora e mestra de vida espiritual; tinha o carisma da alegria serena, capaz de irradiar e envolver as outras jovens no empenho da educação da mulher.
O Instituto expandiu-se rapidamente.

 

Morreu em Nizza Monferrato no dia 14 de Maio de 1881, com 44 anos.
Quando morreu, o Instituto já tinha raízes na Itália, França e Uruguai. As suas cartas são um verdadeiro tesouro: revelam uma santidade genuína, simples, que nos encoraja a 'estar alegre' e a fazer da alegria o “sinal de um coração que ama muito o Senhor”.

 

Foi canonizada no ano 1951. A sua festa celebra-se a 13 de Maio. Em Portugal celebra-se a 9 de Maio. Em Mornese, sua terra natal, foi construído um santuário em sua honra.

 

Ver Tríduo Madre Mazzarello

 


HISTÓRIAS PARA REFLEXÃO E ORAÇÃO

 

A TENTAÇÃO DO REPOUSO...

Num campo agrícola, existia uma grande quantidade de vermes que desejava destruir um velho arado de madeira, muito trabalhador, que lhes perturbava os planos pois tinha um comportamento exemplar e deixava-se conduzir pelas mãos do agricultor. Roídos de inveja, os vermes reuniram-se ao redor dele e começaram a dizer:

- Por que não cuidas de ti? Estás doente e cansado...

- Afinal, todos nós precisamos de algum repouso...

- Liberta-te do trabalho terrível do lavrador!

- Pobre máquina! A quantos martírios te submetes!...

O arado escutou, escutou e acabou por se deixar influenciar por aqueles vermes. Ele, que era tão corajoso, e nem sentia o mais leve incómodo nas duras obrigações, começou a queixar-se do frio da chuva, do calor do Sol, da aspereza das pedras e da humidade do chão. Tanto reclamou a implorar descanso, que o antigo companheiro concedeu-lhe alguns dias de folga, a um canto do milheiral. Quando os vermes o viram parado aproximaram-se em massa e atacaram-no sem compaixão. Em poucos dias, apodreceram-no, crivando-o de manchas, de feridas e de buracos.

O arado suspirava pelo socorro do agricultor, sonhando com o regresso às tarefas alegres e iluminadas do campo, mas era tarde. Quando o velho amigo voltou para o utilizar era simplesmente um traste inútil.
 

Reflexão

A história do arado é um aviso para nós todos. A tentação da preguiça talvez seja das mais perigosas, porque, depois da ignorância, a preguiça é como a oportunidade da nossa mente divagar e não se auto-motivar para o bem. E, já agora, atenção a possíveis vermes que parecem não nos incomodar muito.

 

Oração

Peçamos a Deus que nos dê força para vencer as tentações e a coragem para dizer não a propostas que provavelmente não nos levam a bom porto.

 

Avé Maria… Nossa Senhora Auxiliadora, rogai por nós!

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Ámen!

 


DOIS BLOCOS DE GELO

«Era uma vez dois blocos de gelo. A relação entre ambos era mesmo muito fria, o que não era para admirar! Cada um pensava para consigo: «Porque é que o meu vizinho não se aproxima de mim?» Mas nenhum dos dois era capaz de se deslocar em direcção ao outro.

Um dia, um deles pensou: «Se o meu colega se derretesse, eu também me derreteria». Mas o bloco de gelo não podia dissolver-se sozinho. Então continuaram os dois rígidos e frios, sem se poderem aproximar um do outro.

O tempo foi correndo. Os dois blocos foram acumulando gelo sobre gelo cada um em si mesmo. Depois de muitos meses, acho que até foram anos, num belo dia de Primavera, um dos blocos descobriu que se podia dissolver pela acção do sol. E até reparou, com grande maravilha sua que, embora se estivesse a tornar líquido, permanecia ele próprio. Que coisa espantosa! O outro bloco fez a mesma descoberta e ficou deslumbrado. Assim, os dois foram deslizando pelos sulcos da montanha e encontraram-se num pequeno lago. Para dizer a verdade, cada um sentiu o seu frio e o do outro. Mas também ambos deram conta da própria fraqueza, aperceberam-se da boa vontade de cada um, a mútua necessidade um do outro e deram conta que fechados em si mesmos nada conseguem fazer.

Então veio uma criança, e depois outra e mais outra. Brincaram no lago com os seus barquinhos de papel. Nasceram peixinhos e nenúfares. À volta do lago cresceram as mais variadas flores. Nas suas límpidas águas reflectia-se o céu azul cruzado por bandos de passarinhos.»

Reflexão

Há momentos em somos blocos de gelo? Se calhar sim, e temos dificuldade em dar o primeiro passo para ir ao encontro do outro. É importante que sejamos capazes de nos deixarmos ajudar para que nasça e cresça dentro de nós a docilidade. Por vezes custa ter a iniciativa de partir, ser o primeiro a quebrar o gelo em situações de conflito e discórdia, mas os frutos serão muito bons. E quando somos capazes de dar o primeiro passo a alegria brota espontaneamente do coração e ficamos em paz.

 

Oração

Avé Maria… Nossa Senhora Auxiliadora.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Ámen!

 


SE EU MUDASSE…

Se eu mudasse a minha maneira de pensar dos outros… compreendia-os.

Se eu encontrasse o positivo em todos… comunicaria alegria.

Se eu mudasse a minha maneira de actuar com os outros… fazia-os felizes.

Se eu aceitasse todos como são… sofreria menos.

Se eu desejasse sempre o bem-estar dos outros… seria feliz.

Se eu criticasse menos e amasse mais… ganharia muitos amigos.

Se eu compreendesse os meus erros e defeitos e tentasse mudar… melhoraria a minha pessoa e ambiente que me rodeia.

Se eu mudasse a ideia do “ter mais” por “ser mais”… seria uma pessoa melhor.

Se eu mudasse o “EU” para ser “Nós”… começaria a civilização do Amor.

Se eu mudasse os ídolos: dinheiro, poder, ambição, prazer, egoísmo e vaidade por liberdade, bondade, verdade, justiça, compaixão e amor… começaria a viver a verdadeira liberdade.

Se eu mudasse o querer dominar pelo autodomínio… aprenderia a amar com liberdade.

Se eu deixasse de olhar para o que os outros fazem… teria tempo para fazer mais coisas.

Se eu tirasse da ideia que só eu é que sei tudo… teria a possibilidade de aprender mais.

Se eu deixasse de me identificar com as minhas posses: títulos, dinheiro, posição social e familiar… teria consciência que o mais importante é o que eu sou, um ser de amor.

Se eu mudasse todos os meus medos por Amor… seria definitivamente livre.

Se eu mudasse o competir com os outros para competir comigo mesmo… seria cada vez melhor.

Se eu deixasse de cobiçar o que é do outro… usaria todas as minhas energias para cuidar do que é meu.

Se eu mudasse o meu querer “colar-me” aos outros para desenvolver a minha criatividade… faria coisas maravilhosas.

Se eu amasse o mundo… transformá-lo-ia.

Se eu mudasse… mudava o mundo!

 

Reflexão

Oxalá todos juntos, tentássemos mudar algo, por pouco que fosse. Mas nada é impossível: basta começar, mesmo com pequenas coisas. A partir das pequenas coisas surgem as grandes.

 

Oração

Avé Maria… Nossa Senhora Auxiliadora.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Ámen!

 


MARIA DE NAZARÉ

Uma noite, tive um sonho. Vi um caminho longo que saía da terra e se perdia nas nuvens em direcção ao Céu. era um caminho cheio de obstáculos, com pregos ferrugentos, pedras cortantes, pedaços de vidro. As pessoas caminhavam descalças. Os seus pés ficavam ensanguentados, mas elas não desistiam. O que queriam com toda a força era chegar ao Céu. O caminhar, porém, era lento e doloroso. Alguns olhavam para trás, outros paravam por instantes. Mas, movidos como que por uma força especial, continuavam a peregrinar. Depois, no sonho, vi que à frente seguia Jesus. Também Ele eia descalço. Caminhava lentamente, mas com passos firmes e olhar no futuro. Jesus subia, subia. Finalmente chegou ao Céu e de lá contemplava os que subiam atrás d’Ele. Encorajava-os com o olhar.

Depois d’Ele, a primeira a chegar à meta foi sua Mãe, Maria. Era a sua Mãe muito querida e Jesus queria que ela estivesse onde Ele se encontrava.  E porque é que Maria chegou tão depressa? Porque metia os seus pés nas pegadas deixadas por Jesus. E Maria, lá do Céu, começou a encorajar a s pessoas a fazerem o mesmo, seguindo nas pegadas de Jesus. Todos os que o fizeram, chegaram ao Céu.

Reflexão

Em cada instante da vidam Jesus convida-nos a sermos seus seguidores, a seguirmos os seus passos. Quem quiser salvar-se, carregue a sua cruz e siga-O. Neste caminho, encoraja-nos Maria, a primeira discípula a seguir as pegadas de Jesus. Voltemos, também, o nosso olhar para Maria, tenhamo-la como modelo de vida, forte na fé, firme na esperança e activa na caridade. Ela brilha na nossa noite. Confiemo-nos aos seus cuidados e ouçamos os seus apelos e conselhos.

 

Oração

Façamos um breve momento de silêncio …. Na certeza da presença de Maria na nossa vida e nas nossas casas, rezemos: Avé Maria …. Nossa Senhora Auxiliadora… rogai por nós.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Ámen!


A PARTE MAIS IMPORTANTE

«Quando eu era muito jovem,  a minha mãe perguntou-me qual era a parte mais importante do corpo. Eu  achava que o som era muito importante para nós, seres humanos, então disse:

- As minhas orelhas, mãe.

- Não, disse ela – porque muitas pessoas  são  surdas... Mas continua a pensar sobre este assunto. Numa outra oportunidade eu volto a perguntar.

Algum tempo se passou até que a minha mãe perguntou-me outra vez. Eu tinha pensado bastante e pensava ter encontrado a resposta correcta.                                                

Assim, desta vez disse-lhe:

- Mãe, a visã é muito importante para todos, então devem ser os nossos olhos.

Ela olhou-me e disse:                                                                     

 - Tu estás a aprender rápido, mas a resposta ainda não está certa, porque há muitas pessoas que são cegas...

Continuei a minha busca pelo conhecimento ao longo  do  tempo. A minha mãe voltou ao  assunto várias vezes, mas a cada resposta minha, ela dizia:  

- Não...Mas estás a ficar mais esperta cada ano.

Então, um dia, o meu avô morreu. Todos estavam tristes. Todos choravam. Até mesmo o meu pai, que eu nunca tinha visto chorar. A minha mãe olhou para mim quando fui dar o meu adeus ao avô, e perguntou-me:

- Já sabes qual é a parte do corpo mais importante?

Fiquei um tanto chocada por ela me fazer a pergunta justamente naquele momento. Sempre  achei que era apenas um jogo entre nós duas.

- Hoje é o dia em que tu precisas de aprender esta importante lição, disse ela.

Ela olhou- me de um jeito que só uma mãe pode fazer e falou:                                                                   

- Minha querida, a parte do corpo mais importante são os teus ombros.

Intrigada, perguntei:                                                                         

- Porque eles sustentam a minha cabeça?     

- Não, respondeu ela, é porque podem apoiar a cabeça de um amigo ou de alguém amado quando eles choram. Todos precisam de um ombro para chorar em algum momento da sua vida.

Naquela ocasião eu descobri qual a parte do corpo mais importante. Descobri, também, a importância                    de ser "simpático" à dor dos outros. Porque, naquela hora, quem precisou de  um ombro fui eu.

- Espero que tenhas bastante amor e amigos, e que os teus ombros estejam sempre à disposição quando alguém precisar – disse a minha mãe.

 

Reflexão

A autora desta pequena história refere:

«Sempre que recordo este facto, lembro-me da seguinte citação: “As pessoas esquecerão do que tu disseste... esquecerão o que tu fizeste.. mas as pessoas nunca esquecerão do que tu as fizeste sentir.”

“Os bons amigos são como as estrelas... nem sempre as vês, mas sabes que sempre estão lá.”» 

 

Oração

Avé Maria… Nossa Senhora Auxiliadora.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Ámen.

 


A MARGARIDA E O EGOÍSMO

"Sou uma margarida num campo de margaridas", pensava a flor. "No meio das outras, é impossível notar a minha beleza".

Um anjo escutou o que ela pensava, e comentou:

- Mas és tão bonita!

- Mas eu quero ser única!

Para não ouvir tais reclamações, o anjo transportou-a até à praça de uma cidade.

Dias depois, o presidente da câmara foi até lá com um jardineiro, para reformar o local.

- Aqui não há nada que interesse. Revirem a terra e plantem açucenas.

- Um minuto! - gritou a margarida. - Assim vocês vão matar-me!

- Se existissem outras como tu até poderíamos fazer uma bela decoração, respondeu o autarca. Mas é impossível encontrar outras margaridas nas redondezas, e tu sozinha, não fazes um jardim. E logo em seguida arrancou a flor.

 

Reflexão

Se não fosse o egoísmo da margarida, em querer ser única, possivelmente teria sobrevivido. A verdadeira felicidade só é possível se existir alguém com quem partilharmos a nossa vida. E não se baseia na aparência. Que possamos ir dando valor aos outros e às qualidades que possuímos, mais do que às aparências. As aparências levam-nos à solidão, muitas vezes não desejada e mata-nos, torna-nos pessoas insensíveis, frias e, por vezes, agressivas. Valorizemos a comunidade e com ela sejamos felizes.

 

Oração

Avé Maria… Nossa Senhora Auxiliadora… rogai por nós.

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, Ámen.

 


SER FELIZ COM MENOS…

Um pai, numa boa situação económica, querendo que o seu filho soubesse o que é ser pobre, levou-o alguns dias para o campo, onde esteve com uma família de camponeses. Passaram três dias e duas noites da sua vivência no campo. Na carro, de regresso à cidade, o pai perguntou:

- Então, como correu a experiência?

- Bem. – respondeu o filho com o olhar posto na distância.

- O que aprendeste? – insistiu o pai

- Que nós temos um cão e eles quatro, nós temos uma piscina com água parada e que ocupa metade do jardim, e eles têm um rio sem fim, de água cristalina, onde há peixes e outras coisas bonitas; que nós importamos lâmpadas americanas para iluminar o nosso jardim e eles à noite têm a luz das estrelas e da lua; que o nosso pátio chega até à cerca e o deles até ao horizonte; nós escutamos o Ipod e eles escutam a perpétua sinfonia das aves, das rãs, dos sapos e outros animais… tudo isto, por vezes dominado, pelo som do vento; que nós cozinhamos num fogão de vitro-cerâmico e eles têm o glorioso sabor de alimentos cozinhados num fogão a lenha; para nos protegermos vivemos rodeados por um muro, com alarmes… eles vivem com as portas abertas, protegidos pela amizade de alguns vizinhos; nós vivemos conectados ao computador, ao telemóvel, à televisão e eles, ao contrário de nós, estão “conectados” à vida, ao céu, ao sol, à água, ao verde dos montes, aos animais, à sua família.

O pai ficou admirado pela profundidade das expressões do filho. Depois de algum silêncio, o filho concluiu:

- Obrigado, pai, por ter-me ensinado o quanto somos pobres e os ricos que podemos ser!

Reflexão

A velha questão: a riqueza é tudo? Possivelmente não. O objectivo do pai desta história teve consequências muito profundas. O filho foi capaz de entrar no espírito da pobreza. Podemos ser ricos materialmente e sermos pobres espiritualmente. À que saber equilibrar as coisas. O ter não sacia nada nem ninguém, a não ser o amor-próprio; o ser, alimenta a nossa felicidade. Valorizemos a nossa vida pelo ser, pelo espírito que fortalece a nossa vida.

 

Oração

Avé Maria… Nossa Senhora Auxiliadora… Rogai por nós.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Ámen!

 


O CHORO DA ESTRELA

Estava Deus a caminhar sossegadamente pelo universo. Contemplava a sua criação e, aproveitando o passeio, verificava se tudo estava a correr bem. Em certo ponto da sua caminhada, deparou-se com uma das suas estrelas, num choro convulsivo... A pobre estrela, aos prantos, declarou :

 -Sabe, bom Pai...não consigo achar uma razão para a minha existência... O sol fornece calor, luz e energia às pessoas... As estrelas cadentes incentivam paixões e sonhos... Os cometas, geram dúvidas e mistérios...

E eu, aqui... parada...

Quando Deus ia dar explicações à estrela, foi interrompido por uma voz que vinha de longe. Era  uma  criança, pequena,  que  caminhava com a mãe, em um dos planetas da região. A criança dizia à mãe:                                  

- Olha, mãe! O dia já vai nascer!

A mãe ficou meio confusa. Como podia ele saber que o sol iria nascer, se ainda estava tão escuro?

- Como é que tu sabes disso, meu filho?

-Vê aquela estrela! O pai disse-me que ela anuncia o novo dia. Ela sempre aparece pouco antes do sol, e aponta o lugar de onde o sol vai sair...

Ouvindo aquilo, a estrela ficou emocionada. E Deus então falou:                                                           

-Sabes agora o motivo da tua existência? Tudo o que criei, fiz por alguma razão. És a estrela que anuncia o novo dia. E com o novo dia, renovam-se as esperanças, os sonhos. Serves, também, para orientar os homens. Ao ver-te, sabem que não estão perdidos, sabem qual o seu destino.

A estrela sentiu uma alegria celestial invadindo a sua  vida, e a partir de então, ela brilhou cada vez mais. Porque sabia que era importante e indispensável ao ciclo da vida.

Reflexão

Todos nós temos uma razão para estarmos aqui. Mesmo se não soubermos  qual é exactamente  esta razão, devemos viver a vida intensamente, semeando amor e espalhando alegria. Só assim, a estrela que habita em nossos corações brilhará mais forte, iluminando todos os que estão à nossa volta. E estaremos a iluminar as nossas próprias vidas.

 

Oração

Avé Maria… Nossa Senhora Auxiliadora. Rogai por nós….

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Ámen!

 


O PASTOR BELO

No final de uma visita a um castelo inglês, um famoso autor entretinha hóspedes recitando textos de Shakespeare. As pessoas pediam-lhe para recitar outros textos. Um sacerdote perguntou-lhe:

- Conhece o salmo 22?

- Sim, conheço e estou disposto a recitá-lo com uma condição: que depois o senhor também o recite.

O sacerdote aceitou a proposta e o actor fez uma bela interpretação do salmo: «O Senhor é meu pastor, nada me faltará. Leva-me a descansar em verdes prados, conduz-me às águas refrescantes e reconforta a minha alma. Ele me guia por sendas direitas, por amor do seu nome. Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos, não temerei qualquer mal, porque vós estais comigo».

Os hóspedes escutaram tão belas palavras e aplaudiram-no vivamente.

Depois chegou a vez do sacerdote, que se levantou e recitou as mesmas palavras. Mas desta vez não houve aplausos, mas apenas um profundo silêncio e lágrimas em alguns rostos. O actor manteve-se em silêncio por uns instantes. Depois levantou-se e disse:

- Senhoras e senhores: espero que tenham dado conta do que aconteceu esta noite. Eu conhecia o salmo, mas este homem conhece o pastor.

Reflexão

O Bom Pastor… que conhece as suas ovelhas… chama cada uma pelo seu nome e elas reconhecem a voz do Pastor. Para nós cristãos, o Pastor é Cristo. Só quem faz uma experiência pessoal de Cristo na sua vida poderá falar d’Ele e manifestar aos outros o que é ser de Cristo, como é viver sendo seu discípulo. Se pensas que isto é algo de pieguices, reflecte bem: quem segues e onde te conduz? Quem é o teu pastor? Que felicidade e paz trazes no teu coração?

Já agora vale a pena pensar nisso…

Oração

Avé Maria… Nossa Senhora Auxiliadora. Rogai por nós….

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Ámen!

 


ALELUIA! RESSUSCITOU!

«Aconteceu numa prisão na Rússia comunista, no tempo em que não havia liberdade religiosa. Ao entardecer de Sábado Santo, uma prisioneira disse baixinho a uma colega da cela:

- Sabes que dia é amanhã? Amanhã é a Páscoa da Ressurreição.

Era a véspera de um grande dia de festa para todos os cristãos. E estas mulheres, presas por causa da sua fé, não o podiam celebrar. Pouco tempo depois, a minha colega gritou com toda a força:

- Cristo Ressuscitou!

E das celas vizinhas ouviu-se a resposta, também com voz forte:

- Ressuscitou verdadeiramente. Aleluia!

Esta aclamação pascal ecoou por todo o corredor. Depois eram outras que gritavam a mesma saudação.

Os guardas ficaram como que ficaram petrificados perante tal ousadia. Depois levaram a minha colega de cela, a causadora do distúrbio. Quatro dias depois, regressou. Vinha com o rosto desfigurado. Esteve durante todo aquele tempo em completo isolamento, às escuras e sem comer. Ao ver-me, comentou:

- Atrevi-me a gritar a mensagem pascal… o resto não tem importância.»

 

Reflexão

Alguém que se atreve, mesmo numa situação extrema, sabe que nada tem a perde, É verdade, mas, de facto, a mensagem do Ressuscitado, se vivida com fidelidade, incomoda os poderosos que querem construir uma mundo sem Deus. Possivelmente nos dias de hoje, ainda continuarão a olhar para os cristãos com algum ar de “olha para estes”, mas que importância tem? Não deixemos que outros nos digam em que acreditar, quando o que nos apresentam é tão superficial. Deixemo-nos envolver pela alegria de sermos filhos de Deus, e que isso se respire nos ambientes que frequentamos.

 

Oração

Para que se torne visível no nosso rosto a imensa alegria que vem da ressurreição de Jesus, digamos com confiança: Pai Nosso… Nossa Senhora Auxiliadora… rogai por nós. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, Ámen.

 


NOVENA A MARIA AUXILIADORA

MARIA, A ESTRELA POLAR

Maria Auxiliadora, será sempre uma presença viva e activa no meio de nós. Os nossos ambientes têm o toque da passagem de Maria. Sendo Mãe e Mestra, Ela é o nosso refúgio nos momentos difíceis. Nas várias situações da vida. Ela sempre nos protege debaixo do seu manto. Continua a ser a Superiora das nossas casas, dando a sua bênção. Caminhemos com Ela, demos-lhe a mão, confiemos que com Ela não ficaremos desiludidos. Fixemos o nosso olhar na Mãe, e Ela nos ensinará que acolher Deus na nossa existência, muda a vida; esta torna-se espaço para todos e o coração dilata-se e abre-se ao mundo.

São apenas 6 dias de acordo com os dias de escola.

1º Dia: 15 de Maio - Maria, mulher do sim…

Neste dia, contemplamos o ícone da Anunciação: Maria não se assusta com a saudação do Anjo porque sabe que a boa nova que transmite vem de Deus. Sem grandes resistências, prontamente, apesar das possíveis consequências de incompreensão, desconfiança, admiração, pronuncia o seu “sim”.

L1: Maria, o Senhor, está contigo, está em ti. Aquele que te ama com amor infinito, torna-te capaz de gerar. Deixaste-te acompanhar por Ele, o Espírito entrou na tua vida e iniciaste a maternidade que daria ao mundo Jesus. 

Empenho: Deus, aproxima-se de cada um de nós, no nosso quotidiano. Por Sua iniciativa cruza-se no nosso caminho para que reconheçamos o mistério do seu amor que nos envolve. Como Maria, esforçar-me-ei por fazer silêncio, para dizer o meu sim ao projecto de Deus: construir com Ele a minha felicidade e ser memória vivente de Jesus na escola, em casa, no pátio, no grupo de amigos…  

Estrela: Silêncio

2º Dia: 18 de Maio - Maria, mulher de caridade

Neste dia, contemplamos o ícone de Ain Karim, Maria corre em direcção à casa da sua prima Isabel. O encontro de Deus em nós é inseparável do encontro com os outros. Os outros são aqueles a quem o Senhor nos envia. Depois da intervenção de Deus na vida de Maria, Maria intervém na vida das pessoas. Pois o amor está ansioso por comunicar-se. Escutar Deus implica escutar as necessidades do próximo, começando com aqueles que partilham connosco os mesmos ambientes.

Empenho: Como Maria, quero escutar a vida das pessoas que vivem comigo, que trabalham e estudam comigo. Quero ser espaço onde as pessoas encontram a ternura dos gestos, a doçura das palavras, a serenidade do olhar. Hoje, estarei atento e tentarei exercitar-me nestas atitudes: deixar de lado a agressividade, as palavras que magoam e a reprovação ou tristeza dos olhares.

Estrela: Escuta

3º Dia: 19 de Maio - Maria, Mãe do Senhor

Neste dia, contemplamos o ícone do Nascimento de Jesus. O que o Anjo anunciou a Maria, aconteceu: dá à luz Jesus, o Salvador do mundo. E tudo acontece na simplicidade e na pobreza de um estábulo. E Jesus é acolhido no seio da família, Maria e José. Jesus será acompanhado pelos dois, e receberá deles, educação humana e religiosa. O acolhimento que tantas pessoas precisam para se sentirem amadas e respeitadas.

Empenho: Como Maria, quero acolher quem procura um pouco de paz, de conforto, de uma palavra amiga, de um sorriso, de uma mão que se abre e o/a ajude a encontrar sentido para a vida. Acolher com o coração de modo a possibilitar o crescimento humano; acolher para deixar-se transformar pelo Amor. 

Estrela: Acolhimento

4º Dia: 20 de Maio - Maria, medianeira da Graça

Neste dia, contemplamos o ícone das Bodas de Caná. Maria está entre os convidados do casamento, assim como Jesus e os discípulos. E quando se apercebe da dificuldade dos esposos, pois não tinham mais vinho, pede a intervenção de Jesus, dizendo aos servos que façam tudo o que Ele lhes disser. Maria, tem um olhar atento sobre as situações, e não atrapalha, não assusta, não cria confusão, apenas confia na bondade e na intervenção divina. 

Empenho: Como Maria, quero ter a capacidade de olhar ao meu redor e prevenir situações de dificuldade, de mau estar, de possível conflito. Olhar tento sobre as coisas e se possível prevenir e na fé tentar arranjar uma solução, nunca alertar de um modo exagerado activando o pânico ou a confusão. Confiar e acreditar que também Deus passa por mim e pelo modo como actuo.

Estrela: Olhar atento

5º Dia: 21 de Maio - Maria, mulher de fé e de esperança

Neste dia, contemplamos o ícone de Maria junto à cruz. Maria não deixa Jesus sozinho no momento de dor e sofrimento. Está junto à cruz e escuta as suas últimas palavras: Jesus confia-lhe o Apóstolo João e nele todos nós. Ela também é nossa Mãe. Assim, D. Bosco, a dava a conhecer aos seus rapazes. Uma Mãe no Céu que nos protege e abençoa.   

Empenho: Como Maria, quero estar junto da cruz de Jesus, esperando com Ela a ressurreição de Jesus. E, hoje, de modo especial quero agradecer por Ela ser também minha Mãe. No momento que achar propício, rezo uma Avé Maria com esta intenção: agradecimento por Maria ser, na minha vida, Mãe espiritual.

Estrela: Gratidão.

6ºDia: 22 de Maio - Maria, mulher aberta ao mundo

Neste dia, contemplamos o ícone de Pentecostes. Maria reunida com os Apóstolos no cenáculo, recebe a força do Espírito que arrebata as portas, e deste modo se abrem ao mundo tanto amado por Deus. É tempo de testemunhar, de compreender o mundo e amar com o coração de Deus e de Maria. O mundo que nos rodeia precisa dos nossos cuidados, precisa da solicitude de Maria, do seu jeito de amar. O mundo precisa de Jesus. O mundo precisa de amor.

Empenho: Como Maria, quero ter a coragem de ser sinal do amor de Deus no mundo, com entusiasmo, com vitalidade, com generosidade e desejo de uma vida plena e abundante.  «Graças a Maria, podemos descobrir que ávida humana não é um peso, mas uma asa que permite voar mais alto e de confiarmo-nos aos braços de Deus» (cf Papa Bento XVI).

Estrela: Ser sinal do amor de Deus

 

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